18. “Vou-me casar”… Mas não quero ter já filhos logo! o que fazer?

Não querem ter já filhos logo, mas querem ter um amor verdadeiro, dar-se totalmente um ao outro, em todas as dimensões do ser de vocês, num compromisso de um com o outro pelo casamento, no prazer, na alegria oferecida e partilhada, e com esta formidável capacidade de dar a vida presente em vocês.

  • Esta graça extraordinária que é a fecundidade, vocês vão guardá-la, administrá-la, vão aprender a conhecer os períodos do ciclo da mulher, aqueles em que ela pode dar a vida e aqueles em que não pode.
  • E como não desejam ter filhos logo, vocês vão escolher unir-se nos períodos de infertilidade. Durante os períodos de fertilidade podem manifestar o amor de vocês de outra forma que não seja a união sexual, podem conversar mais, etc. E verão o amor de vocês crescer e se aprofundar.
  • E depois aprenderão a compreender os desejos de vocês, a vontade de Deus, o chamado específico de vocês para dar a vida. Um dia então, poderão unir-se durante um período fértil e no centro do amor de vocês, com a colaboração de vocês, Deus poderá criar uma nova vida: o filho de vocês.
Testemunho

 

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Quando nos casamos há 4 anos, ambos queríamos ter uma família numerosa. Depois de termos esperado alguns meses para aprendermos a nos conhecer, começamos a pensar em ter filhos. Só que foram precisos 4 longos anos, numerosos exames e operações cirúrgicas para concretizar o nosso projeto e foi no dia do nosso 4º aniversário de casamento, que eu soube que estava grávida.
Seria muito demorado contar todo o caminho doloroso e complexo até chegar a este nascimento; vou apenas salientar algumas reflexões e pensamentos em relação a este sofrimento.

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Ser estéril: que dor física e moral! Foi preciso eu aprender a lutar contra o sentimento de culpa que me levava a pensar: “A culpa é minha!” Ter coragem diante dos médicos que me diziam: “Descontraia-se minha senhora, pense em outra coisa…”, da família, dos amigos, que, por meias palavras, ou de forma clara, nos diziam: “às vezes é psicológico…”

Que frase terrível, mesmo que às vezes possa ser assim, ficamos classificados e catalogados como doentes psicológicos!

AGÜENTAR,CONTRA VENTOS E MARÉS

Eu experimentei concretamente, durante estes quatro anos, o poder da oração dos outros, na qual me apoiei muitas vezes. Não se deve ter medo de dizer: “já não agüento mais!” Mas também a oração que eu partilhava com o meu marido, uma vez que nos foi concedida a graça de conseguirmos estar constantemente rezando por isso: entregando o nosso sofrimento a Deus, pedindo a Sua ajuda sem cessar, escolhendo o bom médico (foram-nos indicados tantos!), esclarecendo o diagnóstico. E por fim, oferecendo pessoalmente esta morte de mim mesma (porque trata-se de fato de uma morte), pelas mais diversas intenções.
Por fim, nós recebemos a unção dos enfermos. De cada vez foi uma graça… na fé. Não “senti” nada, mas eu me apoiava na Igreja.

Tivemos sempre a certeza de que Deus não nos iria desiludir. Lembro que uma vez num retiro, eu tinha-Lhe pedido para me curar, e efetivamente eu fui curada, mas de um ezema que tinha nas orelhas! Foi uma pequena decepção no momento, mas com isso eu percebi que Deus cuidava de mim.
E alguns meses mais tarde, depois de uma segunda operação, fiquei grávida.

Ao fim destes quatro anos, eu percebo até que ponto este sofrimento nos enriqueceu:o nosso amor, que poderia ter sido ameaçado, pelo contrário, aprofundou-se. Nós descobrimos quanto Deus estava comprometido com o nosso casamento, para o fazer agüentar contra ventos e marés e dar-nos uma fecundidade real, mesmo se no início ela não tenha tido a forma de uma fecundidade “humana”.

lsabelle

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