45. Se a eutanásia não é aceitável, que solução propor para aliviar o sofrimento dos doentes incuráveis?

Foto di naobim da Pixabay

Esta denominação cobre diversas iniciativas que visam aumentar, não a Òquantidade” de vida do doente – falamos de doentes em fase terminal – mas sim a sua qualidade de vida.

Leggi questa nostra richiesta di aiuto...
SOSTIENI GLI AMICI DI LAZZARO E QUESTO SITO.
Abbiamo davvero bisogno di te!
IBAN (BancoPosta intestato ad Amici di Lazzaro)
IT98P 07601 01000 0000 27608 157
PAYPAL Clicca qui (PayPal)
SATISPAY Clicca qui (Satispay)

Isto significa, em primeiro lugar, fazer tudo para suprimir a dor física, o que é totalmente possível em 95% dos casos, graças a medicamentos analgésicos (calmantes).

Isto implica também que os cuidados de conforto sejam particularmente adaptados: que a higiene do doente seja cuidadosamente feita, que ele não sofra de escaras (feridas ocasionadas pela imobilização prolongada numa cama), instalando o doente num colchão de água ou de ar, que sejam feitas no doente pulverizações de água na boca para evitar a secura muito freqüente em fase terminal, que ele possa dispor de oxigênio suplementar, etc.

Mas, acima destes cuidados físicos, os cuidados paliativos compreendem também o acompanhamento do doente, para evitar um grande sofrimento moral com a aproximação da morte. Trata-se portanto, de ajudar a família e amigos próximos a tratar a pessoa doente e a substituí-los, caso eles o desejem. É uma tarefa delicada, em que a escuta é muito importante e a disponibilidade essencial. São pois, voluntários formados e ajudados por um psicólogo, que se colocam à disposição do doente e da sua família. Muitos exemplos mostram que nestes momentos em que a emoção é particularmente grande de ambas as partes, a comunicação nem sempre é fácil. A presença duma terceira pessoa pode ajudar o doente, que, não querendo preocupar a sua família, confia-lhe, por exemplo, as suas inquietações. Ou pode ajudar a família a não se encontrar constantemente num frente a frente que pode tornar-se desgastante.

SOSTIENI QUESTO SITO. DONA ORA con PayPal, Bancomat o Carta di credito

   

Um voluntário contou-nos que acompanhou um homem que um dia ficou num estado de semi-coma. Acompanhado da mulher do doente, aproximaram-se da sua cabeceira. A mulher, sem saber se o seu marido estaria ou não consciente, quis, como última prova de amor, explicar-lhe como seria a sua vida depois dele morrer; ela voltaria para casa, ocupar-se-ia dos netos, etc. A presença de um voluntário tornou possível este longo monólogo, o que, com certeza, não teria acontecido se ela estivesse sozinha diante de um corpo inerte.

Em todos os casos, deve-se explicar honestamente ao doente que o desejar, o diagnóstico dado pelo médico para o seu caso: a pessoa tem o direito de saber exatamente em que estado está. Aliás, constata-se que a maior parte dos doentes que pedem uma eutanásia antes de começarem com os cuidados paliativos voltam atrás nessa decisão, uma vez que o seu sofrimento físico e moral é assim diminuído.

O princípio que preside a todas estas medidas, é o de dar à pessoa a possibilidade de viver a sua vida até o fim, sem intervir de outra maneira que não seja ajudá-la, por todos os meios, a aproximar-se da morte da forma mais pacífica possível. O acompanhamento pode também ser para o cristão, uma verdadeira preparação na serenidade e no abandono, para colocar a sua vida nas mãos de Deus e, para terminar, fazer da sua morte o último ato consciente da sua vida.

SOSTIENI INIZIATIVE MISSIONARIE!
Con il tuo 5 per 1000 è semplice ed utilissimo.
Sul tuo 730, modello Unico, scrivi 97610280014

42. Se Deus é bom por que o sofrimento?

Bento XVI respondeu a uma carta de um seminário da Arquidiocese de Czestochowa